• Um estudante, no seu ensino fundamental, é acusado de ser incapaz de escrever. No seu ensino médio, não é reconhecido por sua redação, somado à acusação de não condizer com a normalidade. E, pasmem, no ensino superior, não lhe resta outra escolha a não ser a transferência para o período noturno, por força do odioso bullying. Todavia, contraditoriamente, torna-se autor de 12 obras publicadas e galga o grau acadêmico de mestre. Desculpem-me, mas é isso mesmo que entenderam. É exatamente disso que este livro vai tratar, do Mestre, apesar da Escola. Sim! Apesar de uma escola enviesada, ideopata e anticientífica. Porque a ciência, quando muito bem feita, não tem lado, caminhos, dogmas, mas faz perguntas. Resumindo: não é impositiva, mas demonstrativa. Desculpem-me novamente se a vida escolar deste mestre não apontou caminhos, tampouco inspirou perguntas ou mesmo algumas demonstrações. Por isso e por tanto, este é o livro do “Mestre, apesar da Escola”.
  • Ouso afirmar que não existe homenagem maior à razão do que a frase “penso, logo, existo.” de René Descartes. Todavia, indago, que tipo de razão, no sentido insensível da palavra, pode ter num poeta escrever à mão e no espaço de dois anos e três meses, mais de cem cartas de amor para sua musa, todas lindamente estampadas com cenas antologicamente românticas, devidamente postadas e entregues via Serviço dos Correios, em plena era da internet? Ainda, indago, que sorte de razão, no mesmo emprego cruel do vocábulo, pode haver num jovem escritor que, apesar de marcado por mais cicatrizes e calos do que muitos idosos trabalhadores, no lugar de desviar para a vingança, persevera no amor? Diriam, nenhuma! Eis aqui a proposta de nossa décima primeira obra juntos! Porque na verdade, é desumana esta dicotomia razão vs amor! É insensível uma razão não ser constituída de amor, no sentido de contrária ao mal, e é impensável um amor não ser praticado razoavelmente, no sentido de contrário a abusivamente! O coração não bate sem ordem do cérebro e o cérebro não pensa sem sangue do coração! Portanto, com a autoridade das referidas marcas, muito maior do que a autoridade dos títulos acadêmicos, repropomos: No amor, são desnecessárias dicotomias, pouco com ele é tudo e muito sem ele é nada, nele, só há o entendimento acolhedor e a compreensão inclusiva. A verdade é que tem razão quem tem coração!
  • A redação do Enem corresponde a 20% da nota geral da prova. A maioria dos estudantes já entendeu que tirar uma boa nota na redação pode ser mais fácil que nas demais áreas de conhecimento, uma vez que essa área corresponde a somente um gênero textual: dissertativo-argumentativo. Mesmo sendo mais fácil fazer isso, ainda é um desafio sair da média e chegar aos 900+. A média nacional da redação do Enem costuma girar em torno de 500 a 550 pontos, em uma escala de pontos que vai de 0 a 100. Nas edições recentes, uma porcentagem significativa dos candidatos (geralmente entre 30% e 40%) obteve notas abaixo dessa média, com uma parcela menor atingindo notas próximas do mínimo. A partir desse cenário, eu – professora Eliane Farias de Souza – desenvolvi uma FÓRMULA prática, rápida e lúdica para sair da média e chegar ao seleto grupo de alunos que alcançam os 900 ou mais. Este guia prático contém uma fórmula que desenvolvi em 2017 e apliquei no ENEM. Tirei 980, o que me garante que, pelo menos, um dos corretores considerou 1.000 o meu texto. Aqui, eu trouxe o passo a passo da fórmula, a maneira como foi aplicada na prova, dicas de repertórios que se encaixam na maioria dos temas, operadores argumentativos para iniciar os parágrafos, lista de agentes para usar na proposta de intervenção, argumentos prontos que se adaptam em qualquer tema e a minha redação completa como modelo.
  • "Vamos cultivar um jardim encantado, plantando a semente do amor em solo orvalhado, de onde germina do seio da terra o botão de esperança nascido da serra, que almeja um jardim florido e viceja protegido pela mãe natureza; a rosa, flor colhida e es- colhida pela beleza, simboliza a certeza da união e da gratidão que o coração assim quis, para tornar feliz a jornada da vida." O autor.
  • JÁ DIZIA MINHA AVÓ é uma coletânea de crônicas em que, com algumas pitadas de humor, a autora, utilizando bordões que faziam parte do repertório linguístico de sua velha e sábia avó, retrata uma parte da história de sua família: os Alves Corrêa. O propósito não é fazer uma biografia da família, tampouco uma autobiografia, e sim dar destaque para as histórias daquelas que são suas maiores referências: sua avó Raimunda, que já virou saudade; e sua mãe Adélia, que segue firme e forte aprontando neste plano. Naturalmente que a autora pega carona e dividirá com os leitores alguns casos pessoais e de outras pessoas que conviveram com a família Alves Corrêa. Miriam Corrêa faz uma viagem ao tempo para demonstrar como a trajetória de vida e as atitudes de mulheres sagazes como sua avó Raimunda e sua mãe Adélia exerceram influência sobre sua pessoa para que se tornasse a mulher forte de hoje, ratificando assim o legado herdado pelas matriarcas Raimunda e Adélia. E por fim, a autora desperta nos leitores o desejo de um reconectar-se com o passado para que, num futuro próximo, estes sejam capazes de narrar suas próprias histórias como forma de preservar a memória dos seus.
  • Em um mundo de almas perdidas, onde a ausência de um pai desenha cicatrizes invisíveis, nasce a "Síndrome da Bastardia". Este livro mergulha nas profundezas da dor de quem carrega o fardo da rejeição, ansiando pelo reconhecimento que nunca chegou. Através das muitas histórias de vida de personagens bíblicos e de outros aqui anonimados, o autor tece uma narrativa que fala de corações órfãos, de vidas marcadas pela solidão e pela busca incessante por validação, seja no trabalho, nos relacionamentos ou na fé. Mas há esperança! Em meio ao caos da alma, surge a promessa de uma paternidade divina capaz de resgatar, restaurar e curar. Este é um convite àqueles que carregam as marcas da bastardia a descobrirem seu verdadeiro lugar: como filhos amados, acolhidos e plenos. Uma jornada de dor, superação e redenção que leva à descoberta de uma nova identidade, onde a aceitação é a chave para a libertação e cura da alma.
  • Desde sempre, essa garota gosta de escrever, mas se viu num momento da sua vida em que a única forma de se libertar dos seus demônios foi escrevendo. Esses textos mostram o interior sombrio em que ela se permitiu aprisionar e o florescer iluminado que veio depois de suas sessões de terapia. Cada linha de sua escrita se tornou importante para sua libertação, prendendo, em forma de palavras, aqueles sentimentos ruins que habitavam o seu interior. Pouco a pouco, página por página, ela foi aprendendo a lidar com esses sentimentos, a se dar mais carinho e encontrar a paz interior e exterior que tanto procurava. Ela está aprendendo a cada dia a se amar mais, a trancafiar essa parte de que ela não gosta. Saiu da prisão que construiu para si mesma e fechou a grade com esse lado triste dentro; ela se sente mais livre que nunca. Aprendeu a lidar com ela mesma, com cada parte. Cada texto tem seu sentimento e sua história. Mas deixa claro que ela está lutando com todas as suas forças para se libertar de vez desses nós que ela mesma fez.
  • Felizes as criaturas De cuja dádiva divina Erigem seu arcabouço No segredo da vida e do amor Hoje me sinto ser feliz Destemido de fúteis fraquezas Somente pela minha existência A vida já é um sabor eterno Sinto ânsia de querer Desejo de amar infinitamente Todos meus seres irmãos Na correnteza de um só rio de sangue. Do poeta e escritor ADIK MAGALNIK
  • Compreender questões étnico-raciais e transidentidades é um desafio. Microcosmos da sociedade refletem e reforçam preconceitos e exclusões. No entanto, determinados grupos sociais vêm desafiando o status quo por meio de políticas públicas afirmativas, alcançando visibilidade e promovendo mudanças. Urge atentar sobre as disputas de poder na implementação de currículos, destacando a necessidade de valorizar identidades específicas. É crucial reconhecer as diferenças dentro das próprias diferenças. A escola, sendo o primeiro acesso ao conhecimento formal, deve promover esses debates e uma educação pós-crítica. O presente livro aborda essas questões em quatro capítulos, defendendo uma formação permanente que questione modelos patriarcais, capitalistas e neoliberais. Os autores exploram como um currículo pós-crítico pode desconstruir estereótipos e padrões binários, promovendo um multiculturalismo inclusivo. Os capítulos discutem a aplicação de currículos pós-críticos, a valorização de saberes indígenas e a realidade de comunidades afetadas pela violência. A leitura é um convite essencial para educadores comprometidos com a diversidade, inclusão e reflexão sobre as diferenças dentro das diferenças, promovendo uma sociedade mais empática e inclusiva (Gabriela Conceição de Souza).
  • Vendelin Hreblay constatou que a questão da origem da polícia quase nunca se coloca porque a opinião pública, inconscientemente, admite que a sua existência está intimamente ligada à vida em sociedade e ao exercício do poder. Não obstante, a existência da polícia é um fato universal, incontornável e admitido em todas as sociedades, aceito por todos como último recurso face à arbitrariedade ainda mais insuportável que representaria a violência privada e a lei do mais forte. Esse livro tem exatamente o objetivo de explorar as origens históricas da mais antiga instituição de proteção social, daquela que, em conjunto com a justiça e o exército, é uma das mais antigas representações do poder público. Embarque nesse périplo desde os primórdios da humanidade até os dias atuais.
  • A obra apresenta uma coletânea de poemas que mergulham no universo da introspecção e da melancolia. A linguagem crua e visceral convida o leitor a explorar a profundidade das emoções humanas, como a dor, a perda e a solidão. Através de imagens marcantes e metáforas poderosas, a obra evoca a fragilidade da existência e a busca por sentido em um mundo caótico.
  • Eis que a Musa Claudia Cristina Ferrari Henriques faz a Alexandre Chiconelli Henriques outra revelação ao seu Poeta Alexandre Chiconelli Henriques. Cursando o Doutorado em Brasília, mas morando no ABC Paulista, ir à Faculdade se tornou uma questão logística. Quatorze horas de ônibus ou duas horas de avião? Os dois! Fomos à Brasília de ônibus e voltamos a São Paulo de avião. Muitas são as razões deste livro que serão elencadas jamais em ordem de importância, mas numa mera sequência lógica: declarar eterno amor; manifestar infinita gratidão; registrar nosso testemunho e repensar a vida. O lugar comum é que o céu seja abençoado e que o chão seja pisado. Sem entrar no mérito de que a bomba atômica foi lançada do céu e de que os alimentos vêm do chão, o fato é que lá de cima no céu, é um abismo de incertezas, é um firmamento sem firmezas; só Claudia soube ser um chão de estrelas. Este também é um livro para todo aquele e toda aquela que se acham, respectivamente, o tal e a tal, pois medem a todos de cima abaixo, mas dificilmente suportariam ver o mundo do ângulo celestial. Principalmente porque ali no alto, não tem sudra ou marajá, não tem ignorante ou doutor, não tem barganha nem coalizão; lá estamos literalmente na palma da mão daquilo que faz cada qual, ao seu modo, prostrar-se em oração e rogar compaixão. No que me concerne, eu estive na palma da sua mão, Claudinha Amada, pois só você lá no céu das incertezas é meu chão de estrelas. Yuri Gagarin disse: “fui ao céu e não vi Deus.” da perspectiva espacial. Impressionante termos ido tão além num simples voo nacional.