-
O texto literário se condiz na forma de um conto vivido, inicialmente, no Bar da Esplanada do Castelo, local de convívio dos personagens principais: Lord Grovt, que vem a ter informações sobre o aparecimento de uma exponencial bruxinha no Bar, de nome não identificado durante toda a obra. Então, o velho indivíduo se esforça em localizar tal pessoa e vem a conseguir depois de muitos esforços. A interação entre os dois atores se reafirma na condução de suas personalidades bastante individualistas tanto nos sexos masculino e feminino, contudo o documento incorpora a razão psíquica da mútua sexualidade masculino-feminina intrínseca dos dois personagens. Assim, se desenrola uma trama de caráter na complexidade transdisciplinar, tão qual no âmbito das ciências humanas como nas naturais, exercendo uma série de pontos de vista conciliatórios e divergentes, pois tudo isso está calcado no desenvolvimento sociológico da população brasileira. Como o homem é subordinado ao manancial jurídico, enquanto a mulher está acima de quaisquer legislações editas, entretanto, ela emite uma variedade de conceitos sobre a edificação do mundo feminino detectando seus acertos e erros, analisando o conteúdo da constituição psíquico-filo-sociológica familiar da população brasileira no interior da América Latina. Em virtude de todos esses fatos, não há um término definitivo da peça, que deverá ter prosseguimento em outros capítulos. Formalizo, também, que esta obra literária não está assentada na nova revisão ortográfica, morfológica e de sintaxe da língua portuguesa brasileira, realizada em 2009, prevalecendo o estado ortográfico original instituído na linguagem brasileira antes dessa reforma.
-
Iniciei meu trabalho de escritora no tempo do isolamento da Covid. “Nesse tempo de pandemia, encontre alegria na música e na poesia”. Antônio Lopez e Maria Machado Nesse Romance Chegada de um imigrante em terras brasileiras. Estabelecer nas Minas Gerais era seu sonho. Chegar no Triângulo Mineiro. Enriquecer nas Minas do Ouro, criar animais, fazer plantações, formar família, fartar-se de peixe, caça... Pelos caminhos, surpresas, acontecimentos... Chega. Deslumbra... Encanta! Seus olhos brilham... Tudo natural! Viver ele queria. Rita, a índia, já do seu lado. “Não Ficar Parado, Ir Fazendo”. Foi fazendo. Fez. O Trypanosoma Cruzi (Chagas) e a Maleita vai dizimando vidas, principalmente os sertanejos. Gerações guardam momentos e fazem história...
-
O livro Antônia e seu Nome é uma obra baseada na história real vivenciada pelo professor Antônio Messias em sua experiência como educador do projeto de Alfabetização Solidária na comunidade de Genipapo, povoado do município de Jaguarari, na Bahia. Nesse período, ele se depara com a realidade de uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), cujas aulas iniciavam no mês de abril de 2004 com 15 alunos, mas, em dois meses, a turma se resumia a três. Até aí, tudo normal – considerada a situação de evasão escolar no país –, se não fosse pelo fato curioso de que um dos alunos, a senhora Antônia Maria dos Santos, que já estava na faixa etária dos cinquenta anos – também considerada normal frente à realidade da Educação de Jovens e Adultos –, ter um grande sonho de infância: aprender a escrever e a ler o seu nome. Ela se sentia como uma escrava, e para se libertar, este sonho precisava se tornar real.
-
Sem estoqueAutobiografias podem amplificar os defeitos e as virtudes. Escancarar os sucessos e comprovar os fracassos. Multiplicar as qualidades e minimizar as falhas. Mostrar mentiras magníficas e esconder verdades vexatórias. O biografado também pode ser alguém ousado, corajoso, valente, desbravador, inovador, mas, quem sabe, prepotente, inclemente, covarde. Bendito e maldito. Herói e vilão. Leal e traidor. Qual história não transita por tudo isso? Somos seres em formação até morrer. Há quem, com sua vida, destrua outras. Há quem inspire. Há quem salve. Aos sessenta e cinco anos, vividos muitas vezes em contradições profundas e grandes conflitos, tendo muita certeza sobre todas as dúvidas, ora pintando ora escrevendo, quis correr o risco de apenas contar uma história: a minha.
-
Sem estoqueSobre este livro, ainda com 7 aninhos, pediu para escrever e do jeito dela, todo em letras maiúsculas para que crianças do primeiro ano pudessem ler, e quis desenhar para os pequenos leitores pintarem e se identificarem. Um ler e colorir feito por criança e para criança. Além deste livro, para registrar tantos momentos assim, fizemos o canal no youtube: “dia de Ana Clara”. Inscrevam-se e curtam os vídeos, por gentileza, que foram feitos com carinho. Este é o primeiro de uma sequência de livros que encantaram nossa família e que há uma imensa vontade de que encante você e sua família também. Acompanhem nossas redes sociais e leiam os próximos trabalhos. Agradecemos por ler e colorir este livro. Muito obrigada!
-
Sobre este livro, com sete anos, Ana Clara pediu para escrever do jeito dela, em letras maiúsculas para que crianças, desde o primeiro ano, pudessem ler. Também quis desenhar para os pequenos leitores pintarem. Este é o segundo de uma sequência de livros que encantaram nossa família e que há uma imensa vontade de que encante você e sua família também. O primeiro foi “Ana Clara em: meu dia com Joaquim”.
-
Quantas mulheres existem dentro de uma só? Neste livro o autor transita pelo universo lírico e extremamente conturbado das mulheres, com poesia, sensualidade e claro muito humor. Numa sala de espera de um consultório odontológico, uma elegante e sensual empresária cruza e descruza suas pernas até mostrar a calcinha para um desconhecido. Ao perceber os olhos do homem vidrados no seu sexo, discretamente se masturba, deixando-o ensandecido de desejo. Entretanto, como estão num lugar público, à cena vai se configurando cada vez mais hilária e perigosa. -- Lucia não consegue engravidar devido à esterilidade do marido, fato que esfria o casamento e a relação sexual entre eles. Até que ela começa a ter sonhos eróticos com um homem misterioso e sua vida se transforma num terrível tormento.Um homem casado se envolve amorosamente com uma garota de programa, porém, sua esposa pega os dois em flagrante. A partir daí, os três entram em conflito – num jogo de culpas e revelações surpreendentes.E outras histórias sobre traições perigosas, amores avassaladores e encontros casuais – repletos de taras sexuais. Além de deliciosas piadas, poemas, reflexões polêmicas e outras improbabilidades.
-
Por que nos relacionamos afetivamente? Simples: por sermos seres gregários. Mas como estamos nos relacionando? Vivemos uma época que o mundo nunca imaginou: o virtual permitiu que as relações contemporâneas se resumissem em quantidade surreal de pretendentes afetivos, porém, com qualidade duvidosa. O mesmo nas relações de trabalho:climas organizacionais tóxicos com pessoas sobrevivendo a base de antidepressivos. Ao mesmo tempo que a informação digital é tão ampliada, as pessoas estão olhando mais para o outro do que a si mesmas, transferindo culpas e responsabilidades, agindo como cegos em tiroteio em que levam mais tiro. Como essas relações cegas podem prosperar, envoltas apenas de paixão, considerada como estado de demência? Quando criticamos o “outro” e não tomamos nenhuma ação, de quem é a culpa e a responsabilidade? Em Amor com Razão, Gilmar viaja pela modernidade líquida e também analisa as relações que muitas vezes coexistem apenas para repetir padrão de traumas ancestrais, bem como a ausência da autoconsciência de que não há tanto livre-arbítrio que se imagina e, por fim, em sua natureza, é transferido inconscientemente à prole o mal enraizado. Trata-se de um ensaio pessoal com reflexões de Filosofia, Psicologia e Economia, em que se fala do Retorno do Investimento das Relações (RIR), que não fossem ignorados; as chances de eventual sofrimento seriam reduzidas para ter mais tempo feliz.
-
O propósito de expor minhas narrativas motivou-me a fazer um discurso sobre amizades, pois os amigos, de certa forma, ocupam parte do nosso tempo, tornando nossos dias mais leves. Muitas vezes escutam e não medem esforços para doar um abraço e um ombro amigo. Mas, quando partem para nunca mais voltar, deixam muitas saudades e um vazio profundo. Este livro é também uma homenagem à amizade.
-
Esta obra, escrita por Roseli Amora Torres, é um relato poderoso da resiliência e da luta de quatro crianças diante de dificuldades e circunstâncias adversas. A narrativa explora o abandono e a violência familiar, demonstrando como as crianças — Helen, Kate, Samantha e Júnior — enfrentam seus próprios desafios e lutam para sobreviver em um ambiente hostil. Mesmo em meio ao sofrimento, elas encontram forças no amor mútuo, formando laços que as ajudam a superar os momentos mais críticos. O tom sensível da narrativa evidencia a maturidade dos personagens, que reagem de forma intensa às adversidades. Esta história revela a vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, a força inerente a essas crianças, que, unidas, buscam construir um futuro melhor.
-
Fernando Leal é um amante eloquente da poesia, em todas as suas vertentes. Apesar disso, seu dom maior são os sonetos clássicos, com rimas perfeitas, métrica, escansão, lirismo e figuras de linguagem eruditas. Todos os seus sentires, o autor coloca na poesia — e o faz de uma maneira fácil, como respirar. É um amante ardoroso da poesia, que nos faz afirmar que Federico García Lorca, não inconsequentemente, disse: “A poesia não quer adeptos, quer amantes.” Fernando se revela um dos mais louváveis poetas que, certamente, fará parte da literatura contemporânea da língua portuguesa desta época. Sua obra, Alvor Poético, é como um arsenal de preciosidades. No anonimato por tantos anos, eis que desponta para brilhar — e assim, todos os adeptos da poesia clássica serão beneficiados. Um piano pode ser um lindo instrumento sensual na inspiração do autor, e poucos conseguirão enxergar essa sensualidade, pois ele escreve com uma sutileza e beleza que transporta ao etéreo os leitores. É um poeta peculiar, de uma sabedoria ímpar, e podemos afirmar que a poesia e Fernando se fundem e não se confundem. É um dom que, desde muito cedo, foi se revelando e cada vez mais se aprimorando. É necessário ler e sentir a poesia única e de rara beleza do poeta que possui o cerne da poesia: Fernando Leal. Só quem ler saberá!