É notório que a atividade do agente de fiscalização tributária é vinculada e, portanto, deve respeitar os princípios fundamentais da Administração Pública, especialmente os princípios da legalidade e da eficiência.
E é justamente em relação à eficiência que vale frisar que a arrecadação fiscal eficiente não é aquela que arrecada o maior vulto de pecúnia para o Estado, mas sim aquela que arrecada com base em atos de diligência, responsabilidade e fundamentados.
Sabe-se que o Brasil, historicamente, vive um regime de Extrativismo Fiscal, pelo qual a arrecadação fiscal é utilizada para extrair riquezas do contribuinte, sem, entretanto, as contraprestações governamentais, que deveriam existir num Estado de Direito.
O Princípio da Comodidade Fiscal e o Abuso no Arbitramento de Lucro para Cálculo de Imposto de Renda
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Informação adicional
Peso | 108 g |
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Dimensões | 21,00 × 14,00 × 0,40 cm |
Autor | Gabriel Cajano Pitassi |
ISBN | 978-65-86924-28-2 |
Ano de Lançamento | 2021 |
Tipo de Capa | Brochura |
Editora | Editora Lux |